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Aug 16, 2026

Deficiência de vitamina D na gravidez associa-se a maior elevação de LDL-C, β-hidroxibutirato elevado e alterações metabólicas neonatais

Gestantes com deficiência de vitamina D apresentaram aumentos mais acentuados de LDL-C e β-hidroxibutirato ao longo da gestação, com repercussões no sangue do cordão umbilical.

Nível de evidênciaCObservacional / estudo clínico pequeno
Tipo de estudoother
Amostra962
Direção do efeitoFavorável
CertezaBaixa
Aplicabilidade clínicaBaixa
Risco de superinterpretação1/5 · Baixo
PICO
População
Intervenção
Comparador
Desfecho

O que o estudo mostrou

Mulheres com deficiência de vitamina D (< 30 nmol/L) tiveram elevações de LDL-C significativamente maiores durante a gravidez e níveis mais altos de β-OH-butirato entre 24–28 semanas, em análise ajustada. No sangue do cordão, filhos de mães deficientes apresentaram β-OH-butirato mais elevado, enquanto as concentrações lipídicas foram similares entre os grupos. A vitamina D no cordão foi maior em filhos de mães com status suficiente.

Como foi feito

Análise secundária pooled do ensaio DALI (RCT), com 962 gestantes com sobrepeso ou obesidade (IMC ≥ 29 kg/m²), estratificadas por status de vitamina D em três grupos. Avaliações realizadas em < 20, 24–28 e 35–37 semanas e no sangue do cordão umbilical.

Risco de viés

Trata-se de análise secundária de um RCT, com hipótese e desfechos não pré-especificados para vitamina D; o tamanho do grupo deficiente (n = 102) é relativamente pequeno. Causalidade não pode ser estabelecida, e fatores de confusão residuais são possíveis.

Limite de interpretação

O que este estudo NÃO prova

Não se pode concluir que a suplementação de vitamina D reduzirá LDL-C, cetonemia ou desfechos neonatais adversos.

Na prática clínica

Os achados reforçam a vigilância do status de vitamina D em gestantes com obesidade, mas não sustentam recomendações de suplementação baseadas exclusivamente nestes dados. Decisões clínicas devem aguardar evidências primárias prospectivas.

Limitações

Trata-se de análise secundária de um RCT, com hipótese e desfechos não pré-especificados para vitamina D; o tamanho do grupo deficiente (n = 102) é relativamente pequeno. Causalidade não pode ser estabelecida, e fatores de confusão residuais são possíveis.

Apêndice técnico

Histórico de versão

  • 1.0 · 2026-08-16 — Auto-generated under Evidence Standard v1.0
Fonte: DOI 10.1002/edm2.70258 · 2026

Acesso pago: resumo estruturado a partir do metadado público; consulte o estudo original na fonte.

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