Ecossistema vaginal na gestação e puerpério: microbiota, disbiose, infecção e implicações materno-fetais
Revisão narrativa sistematizada descreve as adaptações do ecossistema vaginal ao longo da gestação e do puerpério, integrando evidências sobre disbiose, infecções e desfechos materno-fetais.
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Contexto
A microbiota vaginal dominada por Lactobacillus é considerada protetora durante a gestação. Sua perturbação associa-se a infecções, parto prematuro e morbidade neonatal.
O que o estudo mostrou
A gestação caracteriza-se por microbiota de baixa diversidade e dominada por Lactobacillus. O puerpério associa-se à redução de Lactobacillus, aumento de diversidade microbiana e restauração gradual da eubiose. A ruptura desse equilíbrio favorece formação de biofilme, persistência microbiana e inflamação.
Como foi feito
Revisão narrativa com busca estruturada no PubMed/MEDLINE e Scopus até julho de 2026. Priorizou revisões sistemáticas, meta-análises, diretrizes clínicas, RCTs e estudos observacionais sobre microbiota vaginal, disbiose e infecções na gestação e puerpério.
Risco de viés
Revisão narrativa não realiza síntese quantitativa; seleção de estudos sujeita a viés editorial. Análise baseada exclusivamente no resumo, sem acesso ao texto completo.
O que este estudo NÃO prova
Esta revisão narrativa não estabelece causalidade entre tipos específicos de disbiose vaginal e desfechos perinatais adversos.
Na prática clínica
O resumo reforça a vigilância para disbiose vaginal no pré-natal e no puerpério como ponto de atenção clínica. Nenhuma intervenção específica é recomendada com base exclusivamente neste resumo.
Limitações
Revisão narrativa não realiza síntese quantitativa; seleção de estudos sujeita a viés editorial. Análise baseada exclusivamente no resumo, sem acesso ao texto completo.
Apêndice técnico
Histórico de versão
- 1.0 · 2026-11-08 — Auto-generated under Evidence Standard v1.0
