Suplementação de probióticos e microbiota intestinal em crianças com autismo: ensaio piloto randomizado
Estudo piloto com 23 crianças com TEA não demonstrou alterações significativas na diversidade da microbiota intestinal após suplementação probiótica de quatro meses.
| População | — |
|---|---|
| Intervenção | — |
| Comparador | — |
| Desfecho | — |
O que o estudo mostrou
Não houve diferença significativa em diversidade alfa ou beta entre grupos probiótico e placebo. Apenas a família Bifidobacteriaceae aumentou significativamente no grupo probiótico (p = 0,046). Os phyla dominantes foram Bacillota_A (~50%), Bacteroidota (~18%) e Actinobacteriota (~10%).
Como foi feito
Ensaio randomizado controlado por placebo em crianças de 2 a 5 anos com TEA confirmado por DSM-5; probiótico multi-cepas (450 bilhões UFC) por quatro meses; desfecho primário foi diversidade da microbiota fecal.
Risco de viés
Amostra de apenas 23 participantes (planejado: 40) por dificuldades de recrutamento e perdas durante a pandemia de COVID-19, resultando em poder estatístico insuficiente. Ausência de dados sobre ácidos graxos de cadeia curta e comportamento reportados no resumo.
O que este estudo NÃO prova
Não se pode concluir que probióticos melhoram desfechos comportamentais ou a diversidade global da microbiota em crianças com TEA.
Na prática clínica
Os resultados não sustentam recomendação clínica de probióticos para modulação da microbiota em crianças com TEA. O estudo serve como sinalizador metodológico, não como evidência de eficácia.
Limitações
Amostra de apenas 23 participantes (planejado: 40) por dificuldades de recrutamento e perdas durante a pandemia de COVID-19, resultando em poder estatístico insuficiente. Ausência de dados sobre ácidos graxos de cadeia curta e comportamento reportados no resumo.
Apêndice técnico
Histórico de versão
- 1.0 · 2026-07-18 — Auto-generated under Evidence Standard v1.0
Acesso pago: resumo estruturado a partir do metadado público; consulte o estudo original na fonte.
