Estresse oxidativo e eixo intestino-pele nas dermatoses imunomediadas: revisão narrativa
Biomarcadores oxidativos elevados e disbiose intestinal associam-se consistentemente às principais dermatoses imunomediadas, mas causalidade não está estabelecida.
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| Intervenção | — |
| Comparador | — |
| Desfecho | — |
O que o estudo mostrou
A revisão mapeia evidências sobre ROS, peroxidação lipídica, ferroptose e disbiose do microbioma intestino-pele em doenças como psoríase e dermatite atópica. Biomarcadores como MDA, AGEs, AOPPs e 8-OHdG aparecem elevados transversalmente. A depleção de táxons produtores de AGCC (Faecalibacterium prausnitzii, Bifidobacterium, Akkermansia muciniphila) é achado recorrente.
Como foi feito
Revisão narrativa sem protocolo sistemático registrado; sintetiza literatura existente sobre mecanismos oxidativos e microbioma nas dermatoses imunomediadas.
Risco de viés
Revisão narrativa tem seleção não sistemática de estudos, elevado risco de viés de publicação e ausência de síntese quantitativa. O resumo não especifica critérios de inclusão nem número de estudos analisados.
O que este estudo NÃO prova
Não prova que correção do estresse oxidativo ou modulação do microbioma trate ou previna qualquer dermatose imunomediada.
Na prática clínica
Nenhuma intervenção clínica pode ser recomendada com base nesta revisão. O conjunto de achados justifica hipóteses para ensaios futuros, não mudança de conduta.
Limitações
Revisão narrativa tem seleção não sistemática de estudos, elevado risco de viés de publicação e ausência de síntese quantitativa. O resumo não especifica critérios de inclusão nem número de estudos analisados.
Apêndice técnico
Histórico de versão
- 1.0 · 2026-08-19 — Auto-generated under Evidence Standard v1.0
Acesso pago: resumo estruturado a partir do metadado público; consulte o estudo original na fonte.
