Disbiose intestinal em colestase experimental por ligação do ducto biliar: revisão sistemática em roedores
A ligação do ducto biliar induz disbiose intestinal consistente em roedores, com redução de diversidade alfa e alterações taxonômicas recorrentes em 22 estudos elegíveis.
| População | — |
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| Intervenção | — |
| Comparador | — |
| Desfecho | — |
O que o estudo mostrou
A revisão identificou padrão reprodutível de disbiose pós-BDL: queda de diversidade alfa na maioria dos estudos, desvios em Firmicutes, Bacteroidetes e Proteobacteria, e aumento de Prevotella, Enterococcus e Escherichia coli. Lactobacillus mostrou tendência de redução. Os achados reforçam o papel do eixo intestino-fígado na patogênese colestática.
Como foi feito
Revisão sistemática (PRISMA) com busca em PubMed, Scopus e Embase (jan/2020–fev/2025); incluiu 22 estudos originais em ratos e camundongos submetidos a BDL sem intervenção terapêutica, com perfil de microbiota relatado por 16S rRNA (maioria) ou metagenômica shotgun.
Risco de viés
Análise qualitativa sem meta-análise quantitativa impede estimativas de magnitude de efeito. Heterogeneidade entre protocolos de BDL, espécies animais, tempos de coleta e métodos de sequenciamento limita comparações diretas.
O que este estudo NÃO prova
Não se pode concluir causalidade entre as alterações microbianas identificadas e a progressão da doença colestática em humanos.
Na prática clínica
Dados pré-clínicos em roedores não se traduzem diretamente para manejo clínico de colestase humana. A revisão serve como mapa de hipóteses para futuras investigações translacionais.
Limitações
Análise qualitativa sem meta-análise quantitativa impede estimativas de magnitude de efeito. Heterogeneidade entre protocolos de BDL, espécies animais, tempos de coleta e métodos de sequenciamento limita comparações diretas.
Apêndice técnico
Histórico de versão
- 1.0 · 2026-08-03 — Auto-generated under Evidence Standard v1.0
Acesso pago: resumo estruturado a partir do metadado público; consulte o estudo original na fonte.
