Suplementação com CaHMB durante restrição calórica em adultos obesos: ensaio clínico randomizado
A suplementação com beta-hidroxi-beta-metilbutirato de cálcio (CaHMB) preservou massa muscular esquelética durante 12 semanas de restrição energética em adultos chineses com obesidade.
| População | — |
|---|---|
| Intervenção | — |
| Comparador | — |
| Desfecho | — |
O que o estudo mostrou
O grupo CaHMB manteve a massa muscular esquelética (mediana +0,7 kg), enquanto o grupo controle perdeu massa muscular (mediana -0,6 kg), com diferença entre grupos de 1,3 kg (IC 95%: 0,5–1,9; p < 0,001). Participantes do grupo CaHMB apresentaram maior proporção de ganho ≥ 0,5 kg de massa muscular (52,9% vs. 11,8%; OR = 8,44). O resumo indica resultados secundários favoráveis em gordura visceral e biomarcadores metabólicos, mas os dados completos não estão disponíveis.
Como foi feito
RCT duplo-cego com 102 adultos chineses com obesidade (IMC ≥ 28 kg/m²), randomizados 1:1 para CaHMB (65 g/dia com 3,0 g/dia de CaHMB e 24 g/dia de proteína) ou controle isoenergético com maltodextrina, durante 12 semanas com restrição dietética padronizada. Desfecho primário avaliado por bioimpedância multifrequência; análise por intenção de tratar.
Risco de viés
A amostra é exclusivamente chinesa (n = 102), limitando a generalização para outras etnias. A bioimpedância multifrequência tem menor precisão que DEXA ou ressonância magnética para quantificação de massa muscular, e o texto completo não está acessível para avaliação de desfechos secundários e segurança.
O que este estudo NÃO prova
O estudo não prova que CaHMB melhora desfechos funcionais de longo prazo, previne sarcopenia ou é superior a outras estratégias de preservação muscular em contextos fora da população estudada.
Na prática clínica
O resultado sugere que CaHMB combinado a proteína pode atenuar perda muscular durante dieta hipocalórica em obesidade, mas a aplicação clínica requer cautela até replicação em populações diversas e com métodos de imagem.
Limitações
A amostra é exclusivamente chinesa (n = 102), limitando a generalização para outras etnias. A bioimpedância multifrequência tem menor precisão que DEXA ou ressonância magnética para quantificação de massa muscular, e o texto completo não está acessível para avaliação de desfechos secundários e segurança.
Apêndice técnico
Histórico de versão
- 1.0 · 2026-07-16 — Auto-generated under Evidence Standard v1.0
Acesso pago: resumo estruturado a partir do metadado público; consulte o estudo original na fonte.
