Inteligência artificial na análise do microbioma intestinal para diagnóstico de demência: revisão de escopo
Modelos de IA identificam padrões microbianos intestinais associados à doença de Alzheimer, mas a base de evidências permanece preliminar.
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O que o estudo mostrou
A revisão identificou 28 estudos relevantes que aplicaram modelos preditivos (florestas aleatórias, redes neurais) ao microbioma intestinal em demência. Pacientes com Alzheimer apresentaram redução de bactérias produtoras de butirato (Butyrivibrio, Eubacterium, Faecalibacterium) e elevação de Odoribacter splanchnicus, Klebsiella pneumoniae, Bacteroides e Prevotella. Os achados sugerem disbiose intestinal com possível impacto no eixo intestino-cérebro.
Como foi feito
Revisão de escopo seguindo diretrizes PRISMA-ScR, com busca em PubMed, Web of Science, Scopus e ScienceDirect até julho de 2025. De 896 artigos triados por título e resumo, 28 foram incluídos para apreciação crítica.
Risco de viés
Revisão de escopo não permite síntese quantitativa nem estimativas de efeito; os 28 estudos primários incluídos são heterogêneos em métodos, populações e plataformas de IA. O resumo não detalha qualidade metodológica dos estudos primários nem risco de viés.
O que este estudo NÃO prova
A revisão não prova causalidade entre disbiose intestinal e demência, nem valida qualquer modelo de IA para uso diagnóstico.
Na prática clínica
Não há base suficiente para aplicação clínica de biomarcadores microbianos no diagnóstico de demência. O campo está em fase exploratória.
Limitações
Revisão de escopo não permite síntese quantitativa nem estimativas de efeito; os 28 estudos primários incluídos são heterogêneos em métodos, populações e plataformas de IA. O resumo não detalha qualidade metodológica dos estudos primários nem risco de viés.
Apêndice técnico
Histórico de versão
- 1.0 · 2026-07-05 — Auto-generated under Evidence Standard v1.0
Acesso pago: resumo estruturado a partir do metadado público; consulte o estudo original na fonte.
